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Confira 5 dicas para desenvolver a adaptabilidade

Tudo em nossa volta está em constante mudança, transformando-se e evoluindo a cada dia. E conosco não deve ser diferente. Seja na vida pessoal ou profissional, precisamos da adaptabilidade para se ajustar a todas essas inovações ao redor. Na carreira, essa habilidade se tornou praticamente obrigatória, pois, a cada ano, os conhecimentos e ferramentas de trabalho mudam, sendo necessário dominá-los. Para que você consiga desenvolver a adaptabilidade, separamos 5 dicas práticas. Continue acompanhando nosso artigo para conhecê-las.

O que é adaptabilidade?

Afinal, o que é uma pessoa adaptável? Um indivíduo que usa a adaptabilidade é aquele que consegue se ajustar às situações novas que são encaradas de frente, superadas e trabalhadas, independentemente das circunstâncias. Essa aptidão de se adequar ao novo ambiente não nasce de um dia para outro, ela precisa ser construída pouco a pouco para que, assim, seja possível ter mais adaptabilidade e flexibilidade, em ambas as áreas da vida.

Qual a importância da adaptabilidade para a vida pessoal?

conceito de adaptabilidade é de grande importância para lidarmos com os relacionamentos interpessoais e as emoções de maneira saudável. Diante de uma adversidade, é necessário jogo de cintura para superar os desafios e seguir adiante.
A adaptabilidade é o caminho chave para ressignificar experiências do passado e construir um olhar mais positivo e motivador diante de certas situações. Além disso, a resposta para ações e sentimentos de terceiros é mais racional, permitindo ter equilíbrio de suas emoções.

Qual a importância da adaptabilidade no lado profissional?

adaptabilidade no trabalho é extremamente importante, afinal, a mudança no mercado é constante, principalmente dentro das empresas. Por mais que você seja promovido ao cargo dos sonhos, por exemplo, e você saiba tudo o que é necessário para gerir o processo de trabalho, sempre haverá situações nas quais ter flexibilidade é indispensável para manter o cargo e obter sucesso. Não apenas importante em seu desempenho na profissão, a adaptabilidade de carreira também é valiosa, pois, com as constantes evoluções tecnológicas, existem cada vez mais áreas sendo criadas e, ao mesmo tempo, apagadas dentro de vários mercados.

5 dicas de como desenvolver a adaptabilidade

Para que você consiga evoluir e adquirir a facilidade de se adaptar, preparamos 5 dicas práticas para mudar os seus hábitos e conquistar a adaptabilidade. Confira:

Transforme as mudanças em oportunidades

Nem sempre as coisas seguem como desejamos, por isso, procure encarar essas novidades de frente, não como obstáculos, mas, sim, oportunidades para evoluir cada dia mais. Você acabou não recebendo a promoção tão desejada? Pare, respire fundo e utilize esse tempo para aprimorar ainda mais suas habilidades para alcançar novas conquistas.

Seja positivo

Comece a criar uma visão mais otimista de tudo que está ao seu redor. Quando você é mais positivo, passa a focar no que lhe faz bem e isso consequentemente lhe dará mais tranquilidade para lidar com surpresas e se adaptar melhor a elas. Por isso, procure modificar seus hábitos e incorpore uma visão mais positiva da vida e, claro, aproveite para mudar.

Abrace o novo

As coisas não aconteceram do modo que você planejou? Fique tranquilo e dê uma chance de que isso seja positivo para você. Por isso, em vez de relutar, abrace a situação e tente entender o que ela pode proporcionar para você.

Aprenda com você mesmo

Se tem alguém que pode lhe ensinar valiosas lições sobre ações e atitudes é você mesmo! Por isso, analise seu comportamento do passado, presente e se projete para o futuro. Aprenda com seus erros, acertos e descubra que você já acabou utilizando a adaptabilidade muitas vezes e nem se deu conta.

Trabalhe a autoconfiança

Tudo saiu fora de controle? Confie em si mesmo. Você é um indivíduo com total capacidade e talento para virar o jogo e transformar o ocorrido para algo mais positivo e saudável. Então, reconheça seus defeitos, mas também suas qualidades, afinal, foram elas que lhe permitiram chegar até aqui, não se esqueça disso. Fonte: sbcoaching
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O Marketing no mundo pós-pandemia

Sejam motivados por uma nova consciência ou pela crise, seus clientes terão um novo padrão de consumo. Você está preparado para atende-lo nessa nova fase?
    Precisamos colocar o cliente no centro da nossa estratégia. Provavelmente, você já ouviu incontáveis vezes essa frase. Ter o cliente como motivador – e balizador – das decisões corporativas é um conceito que já está escrito nas missões e valores (e nos PowerPoints) corporativos há alguns anos. Mas a realidade, sabemos, ainda não é bem essa. Acontece que, em meio a uma crise de saúde pública de proporções gigantescas e frente àquela que deve ser a pior crise econômica que a nossa geração já viu, parece que chegamos a um turning point, a partir do qual as corporações não terão mais outra opção a não ser tratar o cliente como o que ele realmente é: a peça central de seus negócios. Muito se tem debatido sobre o que deve ser o “novo normal”, ou seja, a realidade em que viveremos após a pandemia e com o fim das práticas de distanciamento social. A expectativa de muitos aponta para um mundo no qual o consumo será mais consciente e, portanto, menor. Em que as questões ambientais serão mais prementes. Em que as pessoas valorizarão mais o “ser” que o “ter”. Não sei se concordo com tudo isso, mas tenho certeza de que viveremos em um mundo diferente. Seja por consciência ou por questões práticas relacionadas às perdas financeiras e às incertezas econômicas, as pessoas terão de reavaliar sua relação com o consumo. E, nesse contexto, para onde deve ir o marketing? Como garantir que os recursos reduzidos de seus clientes sejam direcionados aos seus produtos e serviços? Como se mostrar essencial? Para essas perguntas, não tenho dúvidas da resposta. A única forma de se manter relevante para o consumidor no “novo normal” é conhece-lo profundamente. Saber os seus gostos, entender quem o influencia em sua rede de relacionamento, ter a sensibilidade de encontrar o melhor momento para posicionar uma oferta ou uma cobrança, ser perspicaz para identificar concorrentes – ainda que inusitados ou inesperados – e agir antes deles. Esses serão os pontos-chave ações de marketing bem-sucedidas nos próximos anos. Nesse contexto, sistemas de análise de dados, especialmente as soluções de customer intelligence, tornam-se fundamentais para profissionais de marketing de todos os setores. Só com tecnologia é possível explorar as informações disponíveis sobre os seus clientes nas mais diversas fontes, converter montanhas de dados em insights de negócios, conciliar online e off-line e entregar comunicação adequada em tempo real.   Fonte: mundodomarketing
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A IMPORTÂNCIA DA RESILIÊNCIA NOS DIAS DE HOJE

 

A resiliência  é um conceito que veio da física e refere-se à capacidade dos metais de voltarem para sua forma inicial mesmo após serem usadas a altas temperaturas. Através de uma comparação com situações da vida, uma expressão passou a ser usada para se referir às pessoas que mantêm uma serenidade e lidar com situações delicadas e, até mesmo, tirar as emoções positivas causadas.

Nos dias de hoje, uma pessoa resiliente é muito importante, finalmente, uma vida sempre tem seus altos e baixos, aqueles que conseguem lidar com isso positivamente saem na frente de negócios e são mais felizes também, porque não deixam cair pelos problemas. Continue acompanhando essa reflexão e respeitando a resiliência e confira dicas para desenvolver essa habilidade.

A resiliência é uma chave para transformar obstáculos em graus para alcançar o sucesso

A resiliência não é uma habilidade criada no dia para a noite, trata-se de algo que será lapidado com o passar do tempo. Contudo, se você decidir conscientemente se tornar mentalmente forte, poderá enfrentar esse processo, que poderá ser levado por toda a sua vida. Afinal, como os músculos do corpo, a mente precisa ser exercitada diariamente para fortalecer. Quanto mais trabalhar seus pensamentos, libertar  crenças limitantes  e tornar-se consciente da força que possui, mais resiliente se tornará.

O físico Stephen Hawking é um exemplo bastante interessante de resiliência. Pouco depois de completar vinte anos, ele foi diagnosticado com ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica), uma doença que paralisa os músculos do corpo de forma gradual. Essa é uma notícia que poderia deixar qualquer jovem desolado e sem ânimo para fazer qualquer outra coisa, mas não, ele prosseguia com seus estudos e se tornou conhecido em todo o mundo por conta de suas descobertas científicas, mesmo tendo pouco controle sobre seu próprio corpo .

Já imaginou o que aconteceu se o Hawking não fosse uma pessoa resiliente? Certamente, não foi experimentado nem metade da satisfação que teve ao longo de sua vida, publicando livros, realizando estudos de interesse mundial, construindo uma família, vendo sua história no cinema, no filme “A teoria de tudo”. Foram tantos os seus feitos que nem dá para listar todos aqui. É isso que a resiliência faz, mostra o indivíduo que um evento não pode determinar toda a sua trajetória.

7 Características das pessoas resilientes

As pessoas resilientes reúnem um conjunto de características que podem detectar se os mantenham fortes e confiantes são iguais ou maiores que os  obstáculos . Veja, a seguir, quais são as principais.

1 – Reconhecem que podem controlar seu próprio destino

Uma das características mais marcantes das pessoas resilientes é a consciência de que podem controlar seu próprio destino. É claro que as circunstâncias da vida influenciam sua trajetória, como ocorre com qualquer ser humano, mas elas não se deixam levar e escolhem conscientemente para onde desejam ir.

2 – Aceitam as batalhas da vida sem se lamentar

As adversidades fazem parte da vida, não adianta se lamentar, e os indivíduos resilientes sabem muito bem disso. Em vez de sofrerem com coisas que não podem ser mudadas, eles escolhem agir e fazer o que está dentro de suas possibilidades. Basicamente, seguem a ideia daquele ditado que diz que não adianta chorar pelo leite derramado.

3 – São pacientes

Paciência é uma característica importante para se ter resiliência, já que muitas coisas levam tempo para acontecer. Por serem pacientes, as pessoas resilientes também conseguem refletir com serenidade para tomar decisões e agir sem afobação. Calma e sabedoria andam sempre juntas e, por isso, são tão necessárias.

4 – São flexíveis

Uma das maiores qualidades que uma pessoa pode ter ao se deparar com uma adversidade que não está ao seu alcance controlar é se adaptar. Ser flexível é agir com inteligência e identificar o melhor que pode fazer dentro daquele cenário. Voltando ao exemplo de Stephen Hawking, em vez de se lamentar por estar perdendo os movimentos de seu corpo e, por isso, não poder realizar várias coisas, ele se adaptou e se concentrou no que podia fazer, realizando coisas fantásticas!

5 – Sabem com quem podem contar

Pessoas resilientes são emocionalmente fortes, mas continuam sendo seres humanos e não super heróis. Por essa razão, sabem que precisam de apoio e recorrem aos seus entes queridos para se fortalecer e, também, obter ajuda.

6 – Usam a adversidade para se reencontrar

Uma situação problemática muitas vezes vira a vida de uma pessoa do avesso, mas, através da resiliência, ela pode descobrir coisas muito positivas sobre si, mesmo em meio ao caos. A escritora Helen Keller é um grande exemplo disso, ainda criança perdeu a visão, a audição e a fala, mas foi resiliente e ajudou muitas pessoas através de seus livros e da sua própria história de superação.

7 – Crescem através da dor

É importante deixar claro que pessoas resilientes também sofrem com os acontecimentos, as perdas, as incertezas. Contudo, usam a dor para crescerem e evoluírem. A dor é como a alta temperatura a qual os metais são submetidos, conforme mencionado no início do artigo, eles sentem todo aquele calor, mas depois voltam à sua forma original.

7 Dicas para desenvolver a resiliência

Depois de entender a importância da resiliência nos dias de hoje, confira dicas para desenvolver essa habilidade e se fortalecer através das adversidades em vez de se deixar abalar por elas.

1 – Assuma a responsabilidade sobre sua felicidade

Em primeiro lugar, é fundamental que reconheça a sua responsabilidade sobre a sua felicidade e assuma o posto de autor da sua história. Entenda que, por mais que os reveses da vida te obriguem a mudar de planos, é sempre sua a escolha de qual direção seguir. Se ver dessa maneira, permitirá que se comporte de forma mais ativa, sem se deixar levar pela maré. É isso o que diferencia as pessoas de sucesso daquelas que aceitam tudo sem questionar.

2 – Encontre oportunidades em meio às adversidades

As melhores oportunidades não são aquelas que aparecem prontas e batem à sua porta e sim as que você precisa criar. Nesse sentido, é importante que procure enxergar além, obter outras perspectivas, buscar conhecimento, pensar fora da caixa, é esse movimento que fará com que cresça mesmo em meio aos maiores problemas.

3 – Substitua as crenças limitantes por ideias positivas

Para ter resiliência é preciso acreditar em si mesmo e deixar para trás crenças limitantes do tipo “não vou conseguir”, “isso não é para mim”, “fulano não conseguiu”. Esses pensamentos servem apenas para te puxar para baixo e te manter na inércia. Substitua esses pensamentos por outros que sejam positivos, que te coloquem para cima e te motivem a ousar e ir além.

4 – Aprenda a aceitar a mudança

As adversidades geram mudanças e ser resiliente é exatamente se adaptar a elas. Helen Keller e Stephen Hawking são belos exemplos de pessoas que souberam aceitar as mudanças e se adaptar a elas. Ellen aprendeu as palavras com a ajuda de pessoas que também foram resilientes e buscaram outras maneiras de fazer isso. Stephen seguiu pelo mesmo caminho e continuou com seus estudos das formas que eram possíveis. Ambos aceitaram a realidade e fizeram o melhor que puderam dentro dela.

5 – Identifique seus pontos fortes e use-os a seu favor

Cada indivíduo é único e tem as suas próprias características que são mais marcantes. Existem aqueles que são ótimos comunicadores, outros que se dão bem trabalhando sozinhos, que têm a criatividade como ponto mais acentuado e assim por diante. Identificar quais são as suas maiores qualidades irá permitir que as use a seu favor para vencer as adversidades, tornando-as o seu diferencial, seja no trabalho, em família ou na comunidade em que vive.

6 – Saiba gerenciar seus sentimentos e emoções

Qualquer pessoa tende a se sentir insegura frente a uma situação nova, o que diferencia as resilientes é que elas sabem gerenciar seus sentimentos e emoções. Para desenvolver essa inteligência emocional é preciso se conhecer, entender o que gera cada emoção e encontrar maneiras de lidar com elas positivamente. Sempre que se sentir triste, com medo ou ansioso, por exemplo, se questione a respeito, entenda o que gerou aquilo e busque formas de se sentir melhor. Aos poucos, e através da prática, esse processo se tornará cada vez mais simples e natural.

7 – Cerque-se de pessoas que te incentivem

Por fim, procure sempre cercar as pessoas positivas, que incentivam e consideram a força nos momentos em que mais precisam. Afinal de contas, por mais que a resiliência seja uma habilidade individual, saiba o quanto o apoio dos entes queridos é necessário. Se você precisar sentir o que precisa, fale sobre o que está sentindo e, principalmente, peça ajuda, você não precisa vencer como batalhas isoladas para ser forte.

Helen Keller disse que ou a vida é uma aventura ousada ou não é nada. Aqueles que mantêm voltados para uma mudança e se comportam como espíritos livres na presença do destino obter uma força invencível.

Se este artigo te inspirar a ser uma pessoa mais resiliente, aproveite para aplicar-lo em suas redes sociais e levar a motivação adiante!

Fonte: ibccoaching

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Entenda o papel da inteligência emocional na gestão de pessoas

A inteligência emocional é uma habilidade muita buscada nos colaboradores, pois traz excelentes resultados para as organizações. Conheça mais sobre esse assunto, que merece atenção e investimento!

A inteligência emocional nunca foi tão valorizada no ambiente corporativo como agora. A capacidade de identificar as emoções e saber lidar com elas faz com que os profissionais consigam ter um relacionamento saudável e colaborativo com os colegas, além de um desempenho que supere as expectativas.

As emoções refletem em todos os âmbitos da nossa vida. Por isso, os gestores já entenderam que promover o autoconhecimento e o amadurecimento emocional impacta positivamente nos resultados das organizações.

Desenvolver essa competência permite lidar melhor com situações de estresse. Ajuda a passar por momentos de crise e a reagir bem em situações de pressão. Esses são só alguns motivos de porque a inteligência emocional tem assumido um papel importante para os negócios. Siga a leitura e conheça mais algumas razões!

Um instrumento de gestão de pessoas mais humano

Organizações que têm um olhar diferenciado para a saúde mental do colaborador colhem bons frutos. Cada vez mais, os gestores têm entendido que uma rotina exageradamente atribulada, com afazeres ininterruptos e cobranças em excesso, prejudicam o trabalhador e, consequentemente, os resultados.

Preencher cada minuto do horário de trabalho com tarefas e mais tarefas não dará o tempo necessário para respirar e pensar sobre o que está sendo feito, o que pode ajudar a aflorar qualquer sentimento negativo que esteja rondando esse funcionário.

Incluir um tempo para higiene mental e o atendimento de um profissional capacitado, para que o colaborador possa dirimir dúvidas e dividir os receios e as conquistas, fará com que a percepção que ele tem do mundo e de suas emoções aumente. Por isso, psicólogos são peças fundamentais em um departamento de RH.

Os benefícios do investimento em inteligência emocional

Ter um setor de recursos humanos que atue de forma estratégica e que conte com uma equipe multidisciplinar não pode ser visto como um luxo nas empresas. Investir em tecnologia e capital humano para o RH é fundamental, e refletirá em todos os outros setores.

O recursos humanos é o motor das organizações e precisa assumir esse protagonismo. Os investimentos em mão de obra qualificada e em um profissional que ajude a desenvolver a inteligência emocional da equipe é irrisório frente às vantagens dessa prática.

Um empregado que lide bem com as emoções saberá separar as questões pessoais e profissionais, tendo uma vida saudável dentro e fora da empresa. Promover a felicidade do colaborador é tão eficiente para o engajamento com a empresa e para a satisfação no trabalho quanto promover treinamentos e capacitações.

Um funcionário que conheça seus pontos fortes e fracos, que saiba passar por momentos difíceis sem se deixar abater, além de comemorar os bons momentos sem ser levado pela euforia e perdendo o foco, entregará o que tem de melhor para a empresa.

O autoconhecimento, uma ferramenta de desenvolvimento

Para atingir esse patamar, o colaborador precisa se conhecer. Com o crescimento do entendimento de si próprio, a compreensão do outro e o exercício da empatia crescem junto. Quando a equipe é composta por pessoas que sabem se colocar no lugar do outro e enxerguem no colega um companheiro e não um adversário, diferentes personalidades convivem harmoniosamente e o clima organizacional é o melhor possível.

Como se tudo isso não bastasse, um profissional com alta inteligência emocional tem clareza nas decisões. Estratégias bem implementadas e claramente difundidas na organização são ferramentas importantes de redução de custo, otimização de processos e pavimentam o caminho para o sucesso.

Uma gestão de pessoas preocupada com a inteligência emocional dos funcionários atrai novos colaboradores, diminui indicadores, como absenteísmo, turnover e reclamações trabalhistas, e aumenta muito a produtividade, a motivação e o engajamento da equipe.

Por isso, dar o devido valor à inteligência emocional é um item obrigatório nas empresas que se destacam no mercado! Outra ferramenta imprescindível para as organizações é a matriz de talentos. Com ela, você avalia e desenvolve sua equipe de forma eficiente, e garante os melhores talentos! Interessante, né?

Fonte: sertms.com

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A arte do ócio criativo

Tenho pensado e analisado recentemente a importância de diminuir meu ritmo de trabalho e atividades para poder produzi mais o ócio criativo. Como empreendedor tenho muitas atividades que consomem tempo e energia. Pesquisando sobre esse tema encontrei o termo “Dolce Far Niente” que seria “Doçura de não fazer nada” E compartilho esse breve artigo sobre a importância de nada produzir. Para qunado estiver trabalhando ter um melhor foco em produzir! Boa leitura…

Às vezes alguém ou alguma coisa precisa nos dar um toque para nos fazer entender que a pressa que carregamos na vida não serve para nada. Ela não nos faz mais felizes, nem que tenhamos mais coisas. Por quê? Por acaso tem preço o pedido de uma criança para que você passe um tempo com ela, apenas na cama, sem fazer nada?

O “dolce far niente” que esta criança me ensinou é uma terapia mais do que eficaz para eliminar o estresse que carregamos, muitas vezes sem perceber, e que está incutido em nossas ações cotidianas. Corremos de um lado para outro, quase perdemos a hora ou o ônibus, levantamos pela manhã dando um salto da cama, comemos depressa demais porque temos que retornar ao trabalho…

Então, deixe um pouco para lá “o tudo” para desfrutar “do nada”. Dedique alguns minutos todos os dias para desconectar-se do seu cotidiano, de suas preocupações, das idas e vindas, da pressa. A única razão por trás de todas estas atividades é apagar o seu rosto, acelerar o seu coração e fazer você terminar o seu dia como uma planta murcha.

É quando descansamos que o hemisfério direito do nosso cérebro, que controla a imaginação, a criatividade e o prazer, entra em ação. Você quer perder este efeito? Particularmente, acho que o nosso lado direito do cérebro é incrível.

Algumas formas de abraçar o “Dolce far niente”

  • Deitar na cama e ficar por lá!
  • Ir a um parque, deitar na grama e aproveitar o sol, o cheiro de grama molhada e o som dos pássaros.
  • Sentar-se em uma pedra à beira-mar e sentir as ondas acariciando a sua pele, o ar fresco refrescando a sua mente e o cheiro do mar abrindo a sua alma e seus sentidos. Você se sente mais perto do verdadeiro significado da vida.
  • Ir para o campo e abraçar uma árvore por um tempo. Se estiver com o seu filho, com sua mãe ou com uma melhor amiga, sintam juntos que são parte da natureza, só por um momento, aproveitem e façam deste momento uma experiência única.
  • Deitar no sofá e não fazer absolutamente nada além de ouvir uma linda música.
  • Aprender a meditar. Meditar é simplesmente deixar a nossa mente em branco e não pensar em nada, enquanto respiramos profundamente…. Diversos estudos têm mostrado que a prática regular da meditação é capaz de mudar a nossa estrutura cerebral, tornando-nos mais resistentes à depressão, à ansiedade e ao estresse.
  • Esqueça o que “deveria estar fazendo”. Agora não! Agora o que você tem que fazer é o que está fazendo, o “Dolce far niente”.
  • Aproveite verdadeiramente as suas férias. Desligue o celular, cozinhe menos, não entre em discussões que não levam a nada. Em resumo, calor e férias são para apreciar o “dolce far niente” a cada momento!

Dormir mais do que nunca. Permita-se, durante o fim de semana, dormir mais do que o habitual se o seu corpo pedir por isso. Uma boa noite de sono, e também uma soneca durante o dia, são excelentes para o corpo e para a mente.

Lembre-se de que é você quem deve amar e mimar a si mesmo. Não deixe nada e nem ninguém lhe tirar a saúde ou o sono; passe a desfrutar mais do “dolce far niente”.

(Fonte: https://amenteemaravilhosa.com.br/)

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POTENCIALIZE SEU MARKETING PESSOAL

Marketing Pessoal, é em sua essência: a arte de se vender! Porém, o conceito é bem mais amplo e vamos falar sobre.

Ligamos muito a ideia de Marketing Pessoal com pessoa que é sempre vista, até porque temos a metáfora: quem não é visto não é lembrado. E também ligamos à ideia de pessoa que possuem uma boa imagem pessoal, que se veste bem ou que tem uma boa oratória. Marketing Pessoal é o conjunto de estratégias, aplicadas de maneira coerente e planejada, que irão fazer com que você atribua um maior valor a sua imagem pessoal. Ou seja, é um marketing voltado para as pessoas.

Existem diversas maneiras de melhorar sua imagem e tornar-se referência no que você faz, mas tudo isso precisa ser pensado dentro de um contexto de entrega de valor para as pessoas. Os velhos conceitos de que apenas ser visto é o suficiente, não cabem mais no mundo 4.0 em que o branding é cada vez mais importante. Existem uma série de fatores que devem ser lembrados e estruturados para que você possa ter de fato o efeito esperado. Lembre-se: você é sua melhor marca! Destaco três pontos importantes para a construção da seu marketing:

1. Liderança. Uma pessoa só é bem vista profissionalmente se ela for capaz de lidar e liderar pessoas. Esta talvez seja a capacidade mais admirada: afinal, liderança está cada vez mais atrelada a inspirar as pessoas E quem consegue inspirar pessoas acaba se tornando referência para elas.

2. Resolver problemas. Uma pessoa que sabe resolver problemas acaba se destacando em qualquer lugar e com isso, sua marca fica mais evidente.

3. Pro-atividade. Mostre que você é uma pessoa que está à frente das situações negativas que podem vir a ocorrer. Tente ser proativo e pensar, o tempo todo, em soluções e formas de melhorar os processos.

Finalmente, enalteça seus pontos fortes e entregar valor as pessoas que o cercam é fundamental para o desenvolvimento do seu marketing pessoal.

Boss, e as redes sociais contribuem para o profissional melhorar seu marketing pessoal?

SIM! É muito importante saber como se portar nas redes sociais. Não estou dizendo que o profissional não deve deixar de ser ele mesmo e passar a ser apenas uma representação do seu “eu profissional” nas redes, mas, caso você queira investir no marketing pessoal de verdade e potencializar seu networking, utilize seus canais como resumo daquilo que você quer transmitir. Talvez seja melhor deixar certos tipos de postagens, conteúdos e fotos para os grupos privados do Whatsapp, não é mesmo? A dica que dou é: seguir perfis de pessoas influentes na sua área e ver como elas se comportam na internet, que tipo de conteúdos compartilham, como elas se mostram, que tipo de imagem publicam.

Uma última dica é: Torne-se referência naquilo que você é bom, compartilhe conteúdos relevantes relacionados à sua área de atuação e mantenha uma imagem real, sempre positiva e que inspire cada vez mais pessoas.

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Procrastinação: como evitar essa prática tão comum?

Você tem um prazo iminente. No entanto, em vez de fazer o seu trabalho, você está mexendo com coisas diversas, como verificar e-mail, mídias sociais, assistir a vídeos, navegar em blogs e fóruns. Você sabe que deveria estar trabalhando, mas não sente vontade de fazer nada — esses são sintomas clássicos da procrastinação. Soa familiar? Se sim, você não está sozinho! Estamos todos familiarizados com o fenômeno da procrastinação. Quando nós procrastinamos, desperdiçamos nosso tempo livre e adiamos tarefas importantes que deveríamos estar fazendo até que seja tarde demais. E quando é realmente tarde demais, entramos em pânico e desejamos ter começado mais cedo. Os procrastinadores crônicos passam anos de sua vida em loop neste ciclo. Atrasar, adiar as coisas, esconder-se da pilha de tarefas que vai acumulando, encarar o trabalho apenas quando for inevitável, e depois repetir esse ciclo. É um mau hábito que afasta e impede de alcançar maiores resultados na carreira de qualquer pessoa, por mais inteligente e talentosa que ela seja. Por isso, não deixe a procrastinação tomar conta da sua vida. Aqui, compartilhamos alguns passos para superar a procrastinação com sucesso. Confira! 1. Reconheça que você está procrastinando Você pode estar adiando uma tarefa porque teve que priorizar novamente sua carga de trabalho. Se você está atrasando brevemente uma tarefa importante por uma boa razão, então você não está necessariamente procrastinando. No entanto, se você começar a fazer as coisas indefinidamente, ou mudar o foco porque quer evitar fazer algo, então provavelmente você está. Você também pode estar procrastinando se estiver:
  • Preenchendo o seu dia com tarefas de baixa prioridade.
  • Deixando um item na sua lista de tarefas por um longo tempo, mesmo que seja importante.
  • Lendo e-mails várias vezes sem tomar uma decisão sobre o que fazer com eles.
  • Iniciando uma tarefa de alta prioridade e sair para fazer um café.
  • Esperando estar no “bom humor” ou esperando o “momento certo” para enfrentar uma tarefa.
2. Quebre seu trabalho em pequenos passos Quebrar projetos com grande chance de procrastinação em etapas menores é uma técnica bem conhecida e eficaz de combate à procrastinação. Pode ser muito mais fácil começar a lidar com um projeto que você sabe que pode ser concluído rapidamente e, depois de dar alguns passos iniciais na direção certa, você pode continuar se movendo com mais facilidade e seguir até terminar. (Ao concluir cada etapa, você provavelmente se sentirá mais motivado para concluir mais.) Uma chave importante é tornar os passos curtos, concretos e definidos em sua programação. Por exemplo, em uma situação hipotética que você estivesse escrevendo um livro (sobre como conseguir qualquer coisa na vida). Escrever livros em toda a sua escala é um projeto enorme e pode ser avassalador. No entanto, você poderia decompô-lo em fases como:
  • Pesquisa
  • Decidir o tópico
  • Criar o esqueleto
  • Elaboração do conteúdo
  • Escrever os capítulos 1 a 10
  • Revisão
De repente, parece muito administrável, não é mesmo? O que você pode fazer, então, é focar na fase imediata e fazê-la da melhor maneira possível, sem pensar nas outras fases. Quando estiver pronto, passe para o seguinte. Pequenos passos levam a grandes ganhos! 3. Mude seu ambiente Diferentes ambientes têm diferentes impactos em nossa produtividade. Olhe para sua mesa de trabalho e seu quarto. Eles fazem você querer trabalhar ou eles fazem você querer aconchegar e dormir? Se é o último, você deve procurar mudar o seu espaço de trabalho. Uma coisa a notar é que um ambiente que nos fez sentir inspirado antes pode perder seu efeito após um período de tempo. Se for esse o caso, então é hora de mudar as coisas, mãos à obra! 4. Crie um cronograma detalhado com prazos específicos Ter apenas um prazo para o seu trabalho é como um convite para procrastinar. Isso porque temos a impressão de que dispomos de tempo e continuamos empurrando tudo de volta, até que seja tarde demais. Divida seu projeto (consultar dica nº 1 e a nº 2) e crie um cronograma geral com prazos específicos para cada pequena tarefa. Dessa forma, você sabe que tem que terminar cada tarefa até uma determinada data. Seus cronogramas devem ser robustos também – isto é, se você não terminar isso hoje, vai colocar em risco tudo o que planejou. Desta forma, você cria a urgência de agir. As metas podem ser divididas em mensal, semanal, até as listas de tarefas diárias, e a lista é uma chamada à ação que você deve realizar até a data especificada, caso contrário seus objetivos também serão adiados. 5. Elimine seus pit-stops de procrastinação Se você está procrastinando um pouco demais, talvez seja porque você facilita a procrastinação. Identifique os marcadores do navegador que ocupam muito do seu tempo e coloque-os em uma pasta separada que seja menos acessível. Desative a opção de notificação automática no seu cliente de e-mail. Livre-se das distrações ao seu redor. Algumas pessoas podem pensar em deletar ou desativar suas contas em redes sociais como solução. Isso pode ser extremo. Parar a procrastinação é mais sobre estar consciente de nossas ações do que impor restrições, mas se você entende que é o necessário, vá em frente. 6. Sair com pessoas que te inspiram a agir Se você gastar apenas 10 minutos conversando com Bill Gates, ficará mais inspirado a agir do que se você passasse os 10 minutos sem fazer nada. As pessoas com quem estamos influenciam nossos comportamentos. É claro que passar um tempo com Bill Gates todos os dias provavelmente não é um método viável, mas o princípio se aplica. Identifique as pessoas, amigos ou colegas que o estimulam a ser produtivo – muito provavelmente os que são obstinados e trabalhadores – e conviva com eles com mais frequência. 7. Conte aos outros sobre suas metas Diga a todos os seus amigos, colegas, conhecidos e familiares sobre seus projetos. Pois, sempre que você vê-los, eles irão perguntar-lhe sobre o seu status nesses projetos, o que funcionará como motivador para levá-los adiante. Produtividade tem muito a ver com desejo interior de fazer e finalizar tarefas e projetos, mas estímulos externos positivos não atrapalham ninguém. E ter um bom amigo com quem conversamos regularmente sobre nossos objetivos e os progressos feitos será sempre um bom estímulo. 8. Agarre-se ao objetivo No final, tudo se resume a agir. Você pode fazer todo a estratégia, planejamento e métodos, mas se não agir, nada vai acontecer. Construir o momento é crucial quando você começa. Portanto, comprometa-se a sair da sua zona de conforto pelo menos uma vez por dia. Começando hoje. A procrastinação é o mesmo que ser preguiçoso? Não! A procrastinação é muitas vezes confundida com a preguiça, mas são muito diferentes. A procrastinação é um processo ativo – você escolhe fazer outra coisa em vez da tarefa que sabe que deveria estar fazendo. Em contraste, a preguiça sugere apatia, inatividade e falta de vontade de agir. A procrastinação geralmente envolve ignorar uma tarefa desagradável, mas provavelmente mais importante, em favor de uma que seja mais agradável ou mais fácil. Mas ceder a esse impulso pode ter sérias consequências. Por exemplo, mesmo pequenos episódios de procrastinação podem nos fazer sentir culpados ou envergonhados. Isso pode levar a uma redução de produtividade e nos fazer perder o alcance de nossos objetivos. Então, quais dicas funcionam melhor para você? Você tem sua própria dica pessoal para superar a procrastinação? Por favor, compartilhe nos comentários. Rodrigo BossHard | Especialista em Inteligência Comercial FONTE: https://portaldalecarnegie.com
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VAREJO 4.0 E A JORNADA DE COMPRAS DO NOVO CONSUMIDOR

Bem sabemos que o comportamento e hábitos do consumidor atual mudou, muito pelo advento da nova onda tecnológica. Os consumidores estão cada vez mais conectados, atentos e exigentes. Como as empresas de Varejo e Serviços devem atender à este novo consumidor?

O Varejo 4.0 é a integração dos múltiplos canais de atendimento com a tecnologia, fazendo com o processo de compras do novo consumidor torne-se algo mais interativo, torne-se uma experiência de consumo. O papel do profissional de vendas será insubstituível, a tecnologia, processos robóticos irão contribuir para aumentar os resultados de uma marca/empresa, mas o que realmente dá e dará resultado é o contato Pessoa x Pessoa, pois aí está a personalização do atendimento humanizado. Já não há mais dúvidas de que o retorno e a fidelização dos clientes bem atendidos é um benefício efetivo para as empresas, principalmente as inseridas no chamado Varejo 4.0. O grande desafio é: as empresas varejistas se posicionarem num mercado tal competitivo à ponto de conquistas clientes fiéis. Acredito que a fidelização de clientes é um processo contínuo, ou seja, eu como empresa tenho que ter o discernimento de entender as reais necessidades do meu consumidor a ponto de transformá-lo em cliente e num relacionamento efetivo, ir renovando meus compromissos, meu atendimento, conquistando assim esse cliente a cada ponto de contato dele com minha marca, seja online ou offline.

A jornada de compras do consumidor mudou!

As empresas têm que se reinventar diariamente. Por exemplo, lojas varejistas, tem que mudar a vitrine diariamente. Tem que está conectada no ambiente digital, utilizando as principais mídias sociais que atendam ao seu público-alvo e tem que está conversando com esse público diariamente. É inadmissível uma empresa varejista não atualizar conteúdo relevante todos os dias e ficar postando apenas datas comemorativas ou promoções. Tem que buscar o relacionamento, pois venda é relacionamento. Hoje o cliente olha o instagram de uma loja mas muitas vezes vai pessoalmente adquirir um produto na loja física, e aí que tem que haver a mágica: entender para atender, encantar para fidelizar, de forma personalizada e exclusiva, só assim você transforma esse consumidor em cliente.

Para finalizar, deixo um dica para você atender melhor seus clientes e conquistar novos;

A dica é simples, mas antes a empresa deve conhecer seu propósito, conhecer seu público-alvo e buscar se relacionar com esse público.

Dica: Entenda seus processos e busque gerar experiências positivas no cliente em cada canal de contato dele com sua empresa, seja no ambiente digital ou físico, até porque, num mercado tão commoditie o principal diferencial competitivo é a cultura de atendimento.